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Patrícia Portela

Patrícia Portela

Nasceu em 1974. Cresceu em Lisboa, Macau, Utrecht, Helsínquia e tem vivido entre Paço de Arcos e Antuérpia. Trabalha em teatro, dança e cinema, quase sempre nos bastidores. Contudo, em 2020 foi convidada para dirigir o Teatro Viriato, em Viseu. Fez o curso de realização Plástica do Espectáculo e esteve no Teatro da Garagem, O Olho e Projecto Teatral, assim como no centro das actividades da Associação Cultural Prado.

Escreveu diversas peças, como “one spoke, one smoked, one died”; “Operação Cardume Rosa”; “T5”; “Banquete”, a Trilogia “Flatland ou A Colecção Privada de Acácio Nobre. Publicou diversos livros: Operação Cardume Rosa; Se Não Bigo Não Digo (ambos na Fenda); Odília ou A História das Musas Confusas do Cérebro de Patrícia Portela; Para Cima e Não para Norte, Robinson Crusoé, Escudos Humanos, O Banquete e Wasteband, um dos nomeados para a primeira edição dos Prémios Adamastor do Fantástico, em 2014 e Hortus Conclusus de Patrícia Portela (c/ Leslie Smith) também na shortlist do 1º Prémio de edição independente da Oficina do Cego. Participou ainda nos livros colectivos O Caso do Cadáver Esquisito e Microenciclopédia, Micro-oraganismos, Nanocenas e seus amigos de A a Z. Em 2014 integrou o projecto Lisbon by Sound, do britânico Tim Etchells, na 13ª edição do Alkantara – Festival Internacional de Artes Performativas. No ano seguinte, pudemos ver o espectáculo e workshop Fábulas Elementares, com Cláudia Jardim e Sónia Baptista.

O ano de 2016 foi igualmente muito preenchido, com a publicação de A Colecção Privada de Acácio Nobre e Zoëlógica, livro concebido com a filha da autora. Os seus livros mais recentes são Dias Úteis e ??? que vai ser apresentado no Livros a Oeste 2021