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Sara Barros Leitão

Sara Barros Leitão

Nasceu no Porto, em 1990. Formou-se em Interpretação pela Academia Contemporânea do Espetáculo, iniciou a licenciatura de Estudos Clássicos na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e iniciou o Mestrado em Estudos sobre as Mulheres - Género, Cidadania e Desenvolvimento, na Universidade Aberta. Não concluiu nenhum.

Trabalha regularmente em televisão, cinema e teatro. O seu trabalho na mini-série “Mulheres de Abril” valeu-¬lhe, em 2014, a nomeação para Melhor Actriz Secundária nos Prémios Áquila e Prémios Fantastic Televisão. Em 2012, ¬ venceu o Prémio de Melhor Actriz no Festival CLAP, de Curtas-¬Metragens; em 2015, 2015, o de Melhor Actriz, no Festival de Cinema Independente de São Paulo; em 2017, o de Melhor Actriz, no Evento Shortcutz Figueiró dos Vinhos e, em 2020, o Prémio Revelação Ageas Teatro D. Maria II

Presentemente, trabalha como actriz, criadora, encenadora, assistente de encenação e dramaturga. Nos últimos anos destacam-se as encenações dos concertos Trilogia das Barcas (2018), de Gil Vicente, e Rei Lear (2019) de William Shakespeare, coproduzidos pelo CCB e Toy Ensemble; bem como as criações Teoria das Três Idades (2018), coproduzida pelo Teatro Experimental do Porto e Teatro Municipal do Porto, a partir do estudo do arquivo do TEP, e Todos Os Dias Me Sujo De Coisas Eternas (2019), a partir de um trabalho de investigação sobre a toponímia portuense, apresentado no projecto Cultura em Expansão.

Em 2020, fundou a estrutura artística Cassandra, para desenvolver os seus projectos. Já em 2021, criou Heróides, um Clube do Livro Feminista

Feminista, activista por todas as desigualdades ou injustiças, incoerente e a tentar ser melhor, revolucionária quanto baste, artista difícil de domesticar. Usa o espaço de cena, o papel e a caneta como se fosse uma caixa de fósforos e um bidão de gasolina, ou um megafone para contar a história dos esquecidos.